Triagem Clínica Neurodivergente
Ferramenta de triagem clínica baseada em instrumentos científicos validados para identificação de traços neurodivergentes em adultos (18+).
O que este teste detecta?
Esta é uma triagem clínica de neurodivergência em adultos. Ela ajuda a identificar quais condições neurodivergentes têm maior probabilidade de estarem presentes no seu perfil, com base em escalas científicas internacionais (AQ-50, RAADS-R, CAT-Q, ASRS, Brown e mais).
Traços de Autismo (TEA)
Identifica indícios do Transtorno do Espectro Autista em adultos: dificuldades sociais, padrões repetitivos, sensibilidades sensoriais e interesses intensos — incluindo perfis com camuflagem (masking).
Traços de TDAH
Detecta sinais de Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade do tipo combinado: desatenção, hiperatividade, impulsividade e desregulação emocional na vida adulta.
Traços de AD/SD
Avalia o Transtorno de Atenção Predominantemente Desatento / Sluggish Cognitive Tempo: lentidão de processamento, "neblina mental", desatenção profunda e baixa energia cognitiva.
Altas Habilidades / Superdotação
Identifica AH/SD em adultos: capacidade intelectual elevada, criatividade, sobre-excitabilidades de Dabrowski (sensorial, intelectual, imaginativa, emocional, psicomotora) e perfis assíncronos.
Dupla Excepcionalidade (2e)
Detecta combinações comuns como AH/SD + TEA, AH/SD + TDAH ou a tríade — perfis com alto potencial e desafios específicos que costumam ser invisíveis em avaliações isoladas.
Camuflagem (Masking)
Avalia o quanto você esconde traços neurodivergentes para se adaptar socialmente — fator chave em diagnósticos tardios, especialmente em mulheres adultas.
O que avaliamos
TEA
Transtorno do Espectro Autista
TDAH
Apresentação Combinada
AD/SD
Predominantemente Desatento
AH/SD
Altas Habilidades/Superdotação
2e
Dupla Excepcionalidade
Instrumentos Científicos
Baseado em escalas internacionalmente validadas e reconhecidas pela comunidade científica.
AQ-50 & RAADS-R
Escalas de rastreamento para TEA em adultos (Baron-Cohen, 2001; Ritvo, 2011)
CAT-Q
Questionário de Camuflagem de Traços Autísticos (Hull, 2019)
ASRS-v1.1 & Brown
Escalas de rastreamento para TDAH em adultos (Kessler, 2005; Brown, 1996)
Privacidade e Confidencialidade
Seus dados são processados exclusivamente no seu navegador. Nenhuma informação pessoal é enviada a servidores ou armazenada externamente. Você pode baixar seu relatório em PDF e os dados serão descartados ao fechar a sessão.
Quando procurar uma Triagem de Neurodivergência
Se você identifica em si mesmo padrões que fogem do comum, passou por dificuldades na escola ou trabalho sem explicação clara, ou foi diagnosticado(a) tardiamente, uma triagem pode ajudar a entender melhor seu perfil:
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Dificuldades de atenção e foco persistentes
Se você frequentemente perde informações, não consegue manter concentração em tarefas ou textos, esquece compromissos e detalhes, uma triagem para TDAH/AD/SD pode revelar muito.
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Características sociais ou sensoriais atípicas
Se você tem dificuldade para entender regras sociais implícitas, prefere rotinas, é extremamente sensível a sons/luzes/texturas ou tem padrões de interesse muito intensos, uma triagem de TEA pode ser esclarecedora.
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Alto desempenho + dificuldades inesperadas
Se você é inteligente, criativo ou talentoso mas enfrenta desafios em organização, regulação emocional ou adaptação, pode ser Dupla Excepcionalidade (AH/SD + neurodivergência).
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Burnout, ansiedade ou depressão inexplicada
Muitos adultos neurodivergentes desenvolvem esses problemas por causa de mascaramento crônico. Uma triagem pode validar essas experiências e abrir caminho para apoio adequado.
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Histórico familiar de neurodivergência
Neurodivergência tem forte componente genético. Se parentes próximos têm diagnóstico, fazer uma triagem é um bom ponto de partida para autoconhecimento.
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Diagnóstico tardio ou "rótulo enganoso"
Muitas pessoas foram diagnosticadas com depressão, ansiedade ou problemas de comportamento quando na verdade tinham neurodivergência não identificada. Uma triagem revisita essas questões com instrumentos mais precisos.
Esta triagem NÃO substitui diagnóstico profissional. Seus resultados devem ser compartilhados com psicólogo, neuropsicólogo ou psiquiatra para confirmação e orientação adequada. O objetivo é forneccer informações que facilitem essa conversa com especialistas.